





















1. Rêver Un Petit Rêve (Overture)
Abrindo o disco, nós temos: ‘Rêver Un Petit Rêve’, uma canção em francês que aposta na música orquestrada e na Ópera como gêneros. Liricamente a faixa retrata uma pessoa sonhadora, que deseja se tornar uma estrela e viver como uma das personalidades famosas que ela sempre viu e ouviu falar.
2. Hollywood Sign
‘Hollywood Sign’ vem em sequência, retratando os infortúnios da vida de uma jovem que recém chegou em Hollywood com o desejo de ser uma artista de sucesso, a canção visa explorar um pouco do lado sombrio da indústria do entretenimento e apresenta o relato de alguém que foi enganado.
3. Play The Game (feat. LASHAE)
Dando prosseguimento à narrativa do disco, "Play The Game" figura como a terceira faixa presente no lançamento, sendo a primeira colaboração contando com a participação da lendária LASHAE, e mostra mais um desdobramento na história do eu lírico. Liricamente a canção mostra que o eu lírico continua se vendo forçado a fazer coisas que não lhe agrada e ainda ilustra a questão da sexualização dos indivíduos, e o esvaziamento de suas essências e humanidade, além de apontar a hipocrisia da sociedade que condena e repudia o indivíduo por sua sensualidade/sexualização, entretanto consome em demasia esse tipo de conteúdo.
4. I Want It All
Avançando ainda mais na construção da narrativa, "I Want It All" desponta como a quarta obra dentro do disco. Em sua letra, a obra retrata quando o eu lírico simplesmente abre mão de suas vontades e resolve se entregar ao universo supérfluo que lhe ronda. Isso ocorre após o mesmo já ter sido subjugado a diversas situações que lhe contrariava, porém, agora que está recebendo os resultados positivos, sua luta se faz desnecessária.
5. Buzzard Season (introlude)
A primeira interlude do disco é "Buzzard Season". Por sua letra, a canção trata do início da perseguição da mídia contra a nossa personagem, que estava vivendo em seu auge, além da sua submissão aos ataques; sem esboçar qualquer reação.
6. Vultures (with Alec Weaver)
"Vultures" é a sexta faixa e o lead-single do disco em uma parceria com o também britânico Alec Weaver. A canção aposta num tom ácido e traz como temática a perseguição e o massacre coletivos, retratando o escárnio e a degradação da imagem de indivíduos.
7. Blue
Sétima faixa do registro e agora temos "Blue", liricamente, a canção usa os significados das cores como metáforas para relatar uma pessoa que compreende que entrou em uma fase depressiva. Na cronologia do disco, ela serve para ilustrar a reação do eu lírico a todos os ataques e perseguições vívidos nas faixas anteriores.
8. Graceless Heart (feat. Jaehyuk)
Oitava canção do trabalho e terceira parceria, desta vez com o ícone da música asiática Jaehyuk, liricamente a faixa trata sobre o sentimento de completa desesperança e amargor que tomou conta do eu lírico, além de evidenciar como tais sentimentos estão influenciando sua forma de ver o mundo e tudo a sua volta. Contudo, apesar de se sentir sem perspectiva, ainda há algo dentro de si que consegue enxergar um lado bom e anseia por uma melhora. É como uma progressão dos sentimentos expostos em "Blue".
9. Mémoires (introlude)
Segunda interlude e nona faixa presente neste registro. Liricamente o interlúdio narra o eu lírico compreendendo os efeitos devastadores de sua ruína, após a ascensão vivida pelo mesmo. Esta faixa além de dar continuidade a narrativa até aqui apresentada, abre também o novo desdobramento do disco.
10. Glorious Times
Décima faixa do disco, "Glorious Times" traz uma abordagem bastante diferenciada de todo o conteúdo do projeto até aqui. Funcionando como uma espécie de reflexão do eu lírico sobre tudo o que lhe ocorreu. Liricamente a canção aposta numa linha na qual se é explorada a grande popularidade do eu lírico, toda a sua história em Hollywood e a sua queda. Além de como ela ficou após todos os ocorridos.
11. The Last Goodbye
Décima primeira faixa do disco, "The Last Goodbye" lida com uma temática até então distinta de todo o conteúdo do projeto até aqui. Liricamente a canção, por suas linhas, traz o momento no qual o eu lírico opta por deixar esse plano e não se estender mais em sua existência.
12. Everybody Loves You When You Are Dead
Décima segunda canção do disco, "Everybody Loves You When You Are Dead" retorna com o tom mais ácido que foi presente em boa parte do álbum. Funcionando como uma espécie de reflexão do eu lírico sobre como lhe tratam após a sua partida desta vida. Liricamente a canção aborda a reação e visão do eu lírico morto a como as pessoas lidam com a sua passagem desta vida para um outro plano. A letra tem uma pegada mais sarcástica e ácida, algo que foi característico da primeira parte do projeto.
13. (If I Were) Immortal... (with Steve Bowie)
Décima terceira e última canção, "(If I Were) Immortal" é a quarta colaboração do registro, dessa vez com o icônico Steve Bowie, e se diferencia um pouco das outras canções dentro do mesmo por apostar liricamente numa narrativa que retrata as visões e os acontecimentos vivenciados pelo eu lírico num possível purgatório, após a sua morte, até que o mesmo saiba que terá que reviver eternamente a sua última vida. Expandindo assim um pouco mais da atmosfera filosófica que permeia o full-length.

STANDARD BLACK VINYL

'WALK OF FAME' GOLDEN VINYL

WHITE & GREY SPLATTER VINYL

'ENDLESS MELANCHOLY' GREY VINYL